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AABB – Santos é a nova patrocinadora da equipe feminina, santista, de canoa havaiana MOANA BRASIL

moana3Uma nova e promissora parceria foi firmada no dia 9 de junho de 2017. A Associação Atlética Banco do Brasil – Santos passa a patrocinar a Moana Brasil, equipe feminina de canoa havaiana. Radicada em Santos, a Moana Brasil é formada pelas atletas amadoras Carla Tamioso, Cristiane Martins, Gley Garcia, Márcia Maria Bento Serra, Mônica Petroni Mathias e Tânia Nunes.

Na visão do presidente, Frederico Guilherme Serra e do Vice-Presidente de Esportes da entidade Raimundo Pereira Sousa Filho: ‘‘É uma excelente oportunidade de não só apoiar um esporte que tem tudo a ver com a cidade de Santos e com muito potencial de desenvolvimento, mas também de apresentá-lo aos nossos associados. A AABB tem esse compromisso. Acabamos de entregar novas e modernas instalações e queremos, cada vez mais, trazer novidades e constantemente incentivar os associados na sua efetiva participação esportiva e social. A Canoa Havaiana tem esse perfil. É um esporte que une as pessoas, exige concentração, sincronia e harmonia entre os participantes, e além de tudo é praticado ao ar livre, junto à natureza, num ambiente que nos é favorável também à descontração e relaxamento. A equipe Moana nos chamou atenção por seu empenho e comprometimento. Apesar de serem amadoras, cada integrante exerce sua profissão paralelamente ao esporte, elas levam muito à sério. Treinam forte e sistematicamente com ótimos profissionais e participam de vários campeonatos levando o nome da cidade afora. Agora, levarão também o da AABB, o que nos deixa muito honrados e felizes.’’

A equipe Moana, por sua vez, diz que se sente ainda mais confiante e motivada para treinar e mostrar seu potencial, podendo usufruir da bacana  estrutura e do apoio da AABB. É uma iniciativa muito importante para o esporte em geral e principalmente para Santos.

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PARTICIPAÇÕES

O desempenho que buscamos nos treinos são medidos com nossas participações em competições. A equipe MOANA é estreante mas já esteve presente em algumas provas, obtendo resultados muito satisfatórios.

2º Lugar Categoria 0C6 mista Campeonato Paulista 2015/Peruíbe
1º Lugar Categoria 0C6 Feminina Master Campeonato Paulista 2016/Bertioga
1º Lugar Categoria 0C2 Feminina Campeonato Paulista 2016/Santos
8º Lugar Categoria 0C6 Feminina Estreante Aloha Spirit 2017/Ilhabela
1º Lugar Campeonato OC6 Feminina Campeonato Paulista 2017/Bertioga
11º Lugar Campeonato OC6 Feminina Aloha Spirit 2017/Cabo Frio

 

Vem por ai!

23 e 24 de junho/2017 Aloha Spirit 2017/Bahia
28 e 29 de outubro/2017 KOPA/Caraguatatuba
Data a confirmar Campeonato Paulista 2017/São Paulo
Data a confirmar Campeonato Paulista 2017/Santos

 

CANOA HAVAIANA

É o nome nacionalizado para denominar o esporte, que surgiu na região do triângulo polinésio e originalmente conhecido como Va’a, Wa’a ou Waka. A cultura da canoa existe há mais de 3 mil anos e elas foram inicialmente usadas pelos povos polinésios com a necessidade de colonizar novas terras na região Polinésia, que é um conjunto de ilhas no Oceano Pacífico, entre a Austrália e EUA, incluindo Hawaii e Tahiti, este que faz parte da Polinésia Francesa. Os povos polinésios usavam as canoas como meio de transporte entre as ilhas e cada povoado construía suas canoas com características locais, por exemplo, no Hawaii que possui mar agitado, as canoas possuem curvatura de fundo envergada, enquanto no Tahiti, as canoas possuem formato mais alongado e cockpit fechado.  As canoas, além da função do transporte, também participam de competições esportivas há séculos.

A chegada da canoa havaiana no Brasil foi no final do ano 2000, trazida pelo canoísta santista Fábio Paiva. O que faz da cidade de Santos grande pólo de profissionais e praticantes da modalidade. Desde então, com a primeira canoa importada dos EUA e batizada de Lanakila, a cidade se tornou grande polo de bases de canoas. Bases são clubes que promovem e incentivam a prática, com remadores em diversos perfis diferentes, que é um modo de preservar o caráter da própria cultura e tradição polinésia. Um bom remador não precisa ser somente forte e técnico. Para ser um bom remador, ele precisa respeitar a canoa, respeitar o mar e respeitar os outros remadores da canoa.

Por aqui as canoas possuem cerca de 14 metros e 50 cm de largura, com 3 partes principais: o casco, chamado Hull, o flutuador lateral, chamado Ama e os braços que ligam a canoa ao flutuador, chamado Iakos. O modelo utilizado em competições são as OC6, e como já diz, são 6 lugares sendo que cada um possui uma função específica: Remador 1: na parte dianteira da canoa, dita o ritmo e frequência das remadas; Remador 2: segue o remador 1, porém do lado oposto dando ritmo e frequencia ao remador 4 e 6; Remador 3: faz a contagem para troca de lado na remada, onde o Hip Ho, anuncia a mudança; Remador 4: vigia o Iako, para não haver oscilação de equilíbrio; Remador 5: tem função de esgotar a água dentro da canoa, quando necessário; Remador 6: é o capitão da canoa, dá os comandos aos demais componentes e a dirige, fazendo o leme.

No Brasil, houve também uma adaptação do Hip Ho, que é o grito dado por todos remadores, anunciando a mudança de lado, ou seja, enquanto os remadores 1, 3 e 5 estão remando no lado esquerdo e os remadores 2, 4 e 6 do lado direito, tendo média de 15 remadas de cada lado, ao contabilizar 14, o remador 3 grita HIP, e na remada seguinte, a de número 15, todos gritam HO! e invertem os lados de remada, passando os remadores 1, 3 e 5 remarem do lado direito e os remadores 2, 4 e 6 do lado esquerdo. Uma troca de Hip Ho bem feita, mantém o sincronismo da canoa, não perdendo o ritmo de navegação já praticado, onde destaca-se o espírito de equipe, a integração em que todos os remadores estão, em comunhão com a canoa, não somente tendo um deles como destaque, mas sim todos como um só.

Próximos eventos:

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Coral AABB

Os ensaios são as Sexta das 19h30 às 21h30, sob a regência do Maestro Ásafe Soler.

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